“A coleta atenta da história médica faz mais do que acrescentar detalhes. É o aspecto mais importante da
profissão médica. Embora a obtenção dos dados demande tempo, não há tempo que possa ser usado mais proveitosamente. Nela reside o alicerce do relacionamento humano entre paciente e médico.
O tempo que nela se emprega é um pequeno sacrifício na via do tratamento e da cura”.

Bernard Lown, em “A arte perdida de curar”. 3ª edição. Copyright 1997.

Prolongue sua vida. Cuide do seu coração!

A evolução tecnológica da medicina, nos últimos anos, é imensa. Exames mais refinados, imagens mais claras, diagnósticos mais precisos e tratamentos modernos estão acessíveis a uma maior parcela da população. Os benefícios dessa nova realidade à saúde são inquestionáveis, pois prolongam a vida e proporcionam esperança mesmo quando enfrentamos doenças graves.

Entretanto, o uso desses recursos avançados acaba por gerar certo desinteresse, por parte dos médicos e dos pacientes, por aquilo que ainda é a essência da medicina:
o acolhimento, o olhar e o sentir o paciente de uma forma holística, como um ser integral e não como um ser compartimentalizado.

A conversa detalhada, olho-no-olho, sobre “quem és tu?”, “no que trabalhas?”, “como anda tua vida?” há muito foi deixada de lado, pois o tempo da consulta ficou escasso e é preciso que se vejam os resultados dos exames. Será que as emoções dos pacientes e a sua individualidade não importam mais?

Muitas vezes, a coleta atenta da história clínica e um exame físico minucioso são capazes de detectar, ou excluir a maioria das doenças. Sendo assim, uma simples conversa sobre o estado emocional em que o paciente se encontra, uma abordagem franca ao momento da vida que o indivíduo está passando e a tranquilização de que não há uma doença séria em curso são suficientes para que os pacientes fiquem aliviados e os seus sintomas desapareçam.

Conheça o Médico do Coração

Dr. André Andrighetto

  • Graduação em Medicina pela Fundação Faculdade Federal de Ciências Médicas de Porto Alegre (FFFCMPA) em 1999
  • Residência em Clínica Médica no Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA-UFRGS) de 2000 a 2001
  • Residência em Cardiologia no Instituto de Cardiologia do Rio Grande do Sul (IC-FUC) de 2002 a 2003
  • Título de Especialista em Cardiologia pela Sociedade Brasileira de Cardiologia em 2003
  • Pós-graduação Lato Sensu em Psiquiatria pelo Centro Brasileiro de Pós-graduações (CENBRAP) e Faculdades Unidas do Norte de Minas (FUNORTE) de 2013 a 2015
Leia a Tese de Conclusão do Curso de Pós-graduação em Psiquiatria:

Picos hipertensivos não têm sintomas.

A ansiedade como fator de confusão nas emergências.

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